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Angola Reeleita para Secretario Geral da UPJ

A recondução do angolano Maquento Sebastião Lopes no cargo de secretario-geral da União Panafricana da Juventude (UPJ) vai de encontro aos objectivos e anseios do país, segundo frisou, sábado 02.08.08, em Brazzaville, capital do Congo, o director Nacional da Juventude, Cardoso Domingos José.

Em entrevista à Angop, o responsável juvenil adianta que a reeleição, de forma unânime, é sinonimo de que os demais países africanos reconhecem e se revêem nas iniciativas de Angola em prol do desenvolvimento do continente.

“A principio pensávamos que seria um pouco mais complicado, mas, fruto do trabalho que o país vem desenvolvendo e também do trabalho demonstrado ao longo dos últimos quatro anos pelo nosso representante na organização, os membros concordaram na necessidade da nossa manutenção no posto”, realçou.

Quando as metas a concretizar no próximo mandato de três anos, Cardoso Domingos José adianta que o primeiro passo será harmonizar as recomendações saídas do congresso, tendo em conta a transformação da UPJ em organização especializada e dedicada exclusivamente na resolução dos problemas da juventude Africana.

Adianta que depois da reorganização e do relançamento, a UPJ está agora em condições de, junto dos parceiros, nomeadamente a União Africanca (UA), encontrar os caminhos certos para ajudar os Governos africanos alguns problemas que afectam os jovens.

“Estou aqui a falar da luta contra o Hiv/Sida, educação, emprego e formação técnico- profissional, por forma a que os jovens possam garantir um futuro melhor e lutar também pela afirmação do continente no contexto mundial”, reforçou.

Para a concretização dos seus objectivos, disse a fonte, a UPJ tem uma importante “arma », referindo-se concretamente a Carta Africana da Juventude, um documento que moraliza o movimento associativo juvenil do continente ao constituir uma espécie de compromisso dos governos africanos a favor do desenvolvimento dos jovens.

A Carta Africana da Juventude foi adoptada em 2006 durante a Cimeira da União Africana de Julho, na Gâmbia, altura em que se realizou igualmente a primeira Conferência dos Ministros Africanos da Juventude.

Cardoso José disse haver necessidade dos Governos ratificarem a carta no sentido de possibilitar que a UPJ possa rapidamente entrar em acção e consiga executar os seus projectos sem qualquer entrave.

O 2º Congresso Ordinário da UJP, realizado de 29 de Julho a 1 de Agosto, em Brazzaville, capital do Congo, contou com a presença de 27 membros, sendo que Angola esteve representada por uma delegação chefiada pelo director Nacional da Juventude, Cardoso José, integrada por membros do Conselho Nacional da Juventude (CNJ).

 

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Em entrevista à Angop, o responsável juvenil adianta que a reeleição, de forma unânime, é sinonimo de que os demais países africanos reconhecem e se revêem nas iniciativas de Angola em prol do desenvolvimento do continente.

“A principio pensávamos que seria um pouco mais complicado, mas, fruto do trabalho que o país vem desenvolvendo e também do trabalho demonstrado ao longo dos últimos quatro anos pelo nosso representante na organização, os membros concordaram na necessidade da nossa manutenção no posto”, realçou.

Quando as metas a concretizar no próximo mandato de três anos, Cardoso Domingos José adianta que o primeiro passo será harmonizar as recomendações saídas do congresso, tendo em conta a transformação da UPJ em organização especializada e dedicada exclusivamente na resolução dos problemas da juventude Africana.

Adianta que depois da reorganização e do relançamento, a UPJ está agora em condições de, junto dos parceiros, nomeadamente a União Africanca (UA), encontrar os caminhos certos para ajudar os Governos africanos alguns problemas que afectam os jovens.

“Estou aqui a falar da luta contra o Hiv/Sida, educação, emprego e formação técnico- profissional, por forma a que os jovens possam garantir um futuro melhor e lutar também pela afirmação do continente no contexto mundial”, reforçou.

Para a concretização dos seus objectivos, disse a fonte, a UPJ tem uma importante “arma », referindo-se concretamente a Carta Africana da Juventude, um documento que moraliza o movimento associativo juvenil do continente ao constituir uma espécie de compromisso dos governos africanos a favor do desenvolvimento dos jovens.

A Carta Africana da Juventude foi adoptada em 2006 durante a Cimeira da União Africana de Julho, na Gâmbia, altura em que se realizou igualmente a primeira Conferência dos Ministros Africanos da Juventude.

Cardoso José disse haver necessidade dos Governos ratificarem a carta no sentido de possibilitar que a UPJ possa rapidamente entrar em acção e consiga executar os seus projectos sem qualquer entrave.

O 2º Congresso Ordinário da UJP, realizado de 29 de Julho a 1 de Agosto, em Brazzaville, capital do Congo, contou com a presença de 27 membros, sendo que Angola esteve representada por uma delegação chefiada pelo director Nacional da Juventude, Cardoso José, integrada por membros do Conselho Nacional da Juventude (CNJ).

 

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