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XXVII Taça de África das Nações Angola Orange 2010

Ministro alerta para necessidade de criatividade da sociedade na promoção do evento

O Ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, sugeriu maior participação e espontaneidade da juventude angolana na criação de motivos para mobilização das pessoas durante a realização da XXVII Taça de África das Nações, a disputar-se 10 e 31 de Janeiro de 2010, nas cidades de Luanda, Benguela, Cabinda e Lubango. Em entrevista à Agência Angolapress, Angop, na qual salientou os aspectos mais relevantes deste ano no seu pelouro, o governante apelou às associações juvenis, jovens singulares, clubes e até turistas a serem criativos e não esperar que tudo seja feito pelo Comité Organizador do Campeonato Africano das Nações (COCAN).
“Deixo a mensagem de que a juventude e toda a população viva o CAN na sua plenitude. Os fan parques não podem ser só coisas grandes, porque até nos pequenos cantos os jovens podem fazer concursos, como nas praias e outros locais”, sugeriu o ministro.
De acordo com o também coordenador adjunto da Comissão Ministerial de Monitorização da prova continental, as comunidades devem encontrar mecanismos para chamar atenção dos transeuntes, desde a realização de jornadas recreativas, acrobacias, domínio de bola com os pés, cabeça e outras iniciativas particulares.
Gonçalves Muandumba adiantou que a Casa da Juventude em Viana será transformada em canto do CAN2010, no qual serão evidenciadas acções ligadas ao evento futebolístico, com promoção de concursos da exibição de crianças sobre gestos técnicos desportivos e cuja gratificação será simbólica, pois a actividade é virada para animação.
“Por exemplo, na Praça da Independência poderia se colocar uma baliza pequena. Cada cidadão que passasse remataria a bola com os olhos fechados. Essa espontaneidade tem de haver à volta do CAN. É isso que falta para o evento ter uma grande mobilização”, propôs o governante.
Reiterou a ideia de que nem tudo deve ser imputado ao COCAN, como as pequenas manifestações nos bairros e comunidades, além dos locais de lazer, já que esta instituição se ocupa dos aspectos estritamente organizativos da festa a ter lugar nas províncias de Luanda, Benguela, Cabinda e Huíla.

Ministro Muandumba destaca postura "patriótica" do central Kaly

A decisão do defesa central e sub-capitão da selecção nacional de futebol Carlos Alonso "Kaly" em rescindir com os franceses do Arles-Avignon, que dificultavam a dispensa do jogador para representar os Palancas Negras, foi elogiada pelo ministro da Juventude e Desportos, por ocasião do balanço do pelouro em 2009, assegurando que casos desta natureza devem merecer a atenção da sociedade e apelou para que a federação tenha em consideração situações do género de modo a evitar represálias sobre os futebolistas angolanos nos seus clubes.
“É um acto patriótico que deve ser reconhecido. Aproveito para saudá-lo. Ele sabe das responsabilidades que Angola tem. Quer vir para selecção e o clube não está deixar. Optou pela selecção”, sublinhou o governante, acrescentando que os Palancas Negras têm uma palavra a dizer no Campeonato Africano das Nações (CAN), a disputar-se entre 10 e 31 de Janeiro de 2010.
De acordo com o ministro da Juventude e Desportos, a perseguição a que os futebolistas nacionais são alvos já começa a preocupar, pelo que aconselhou a Federação Angolana de Futebol a estar mais atenta sobre o assunto.
“É uma situação que a federação, o Governo e o ministério devem ter em conta em caso dele vier a ser penalizado”, observou Gonçalves Muandumba, que é igualmente coordenador adjunto da Comissão Ministerial de Monitorização do CAN2010.
Além do defesa central, Dedé também esteve ligado este ano aos franceses do Arles-Avignon, da segunda divisão de futebol, tendo rescindido e agora se transferido para os romenos do Timisoara. 

Infra-estruturas actuais permitem sonhar para outras realizações

A construção de quatro estádios novos, com padrões mundiais da modernidade, a reabilitação de outros de apoios e as infra-estruturas paralelas, como hotéis, hospitais e estradas colocam Angola a possibilidade de sonhar em realizar no futuro provas desportivas internacionais, já que as actuais infra-estruturas, embora não seja ainda intenção do Governo, é possível organizar um campeonato do mundo, pelo menos nos escalões de formação.
"Mas ainda não é nossa preocupação. Nosso interesse nesse momento é um CAN bem organizado, ganho por nós de preferência, e sobretudo corra bem e depois continuar com o programa interno", frisou o dirigente, quando abordado para falar sobre os feitos do seu pelouro e perspectivas para 2010 da instituição.
De acordo com o responsável, o Campeonato Africano das Nações trouxe benefícios para o futuro da população angolana, já que as infra-estruturas deverão ser aproveitadas pela juventude para a prática desportiva e com isso mais visão aos próximos eventos.
Para Muandumba, a criação dessas condições aumenta a possibilidade de Angola voltar a organizar eventos de grande envergadura, depois de ter já acolhido nos últimos cinco anos os africanos das nações em basquetebol e andebol, além do mundial de clubes em hóquei em patins e africano de clubes em "bola ao cesto".
Além de aeroportos, estradas, hotéis e outros serviços, o CAN2010 permitiu a construção de estádios de raiz como 11 de Novembro em Luanda, sede do Grupo A, no qual faz parte as selecções de Angola, Mali, Malawi e Argélia; Tundavala, no Lubango, palco da série C; Ombaka, em Benguela (Gr. D) e Chiazi, em Cabinda (B).

Ministro da Juventude e Desportos assegura que os estádios são orgulho nacional

O ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, afirmou que os quatro estádios construídos nas cidades de Luanda, Benguela, Cabinda e Lubango para o CAN2010 que o país vai albergar de 10 a 31 de Janeiro próximo são "um orgulho nacional".
O ministro elogiou a qualidade das infra-estruturas e enalteceu o empenho do Governo para que fossem concluídas em tempo útil, num período relativamente curto. Gonçalves Muandumba disse que a qualidade dos recintos oficiais para o evento continental foi reconhecida em Setembro último pelo presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Issa Hayatou, por ocasião da derradeira visita de inspecção visando a 27ª edição do CAN.
"Erguer estádios com a dimensão e a qualidade registada em menos de dois anos não é fácil, tal como reconheceu o mais alto responsável da CAF", frisou, acrescentando que o feito só foi possível graças ao patriotismo de todos envolvidos directa e indirectamente.
Para o ministro, louvor deve ser feito aos empreiteiros que realizaram um trabalho de "grande qualidade" e em tempo recorde, nalguns momentos até com atrasos no pagamento devido à crise financeira mundial que também afectou Angola.
"Todos os funcionários nacionais ou estrangeiros que fizeram com que as imponentes obras fossem concluídas em tempo recorde merecem o nosso reconhecimento e respeito por também terem contribuído para a reconstrução do país", enfatizou.
Dos quatro estádios construídos por empreiteiros chineses, o 11 de Novembro, sede do grupo A, em Luanda, é o de maior dimensão, com capacidade para 50 mil espectadores. Localizado na zona de Camama, município do Kilamba Kiaxi, o imóvel será palco da cerimónia de abertura (dia 10) e encerramento (31) da competição continental. O Estádio de Ombaka, em Benguela, tem capacidade para 35 mil espectadores e será a sede do grupo C, enquanto os recintos do Chiazi (Cabinda) e Tundavala (Huíla), respectivamente, palcos das séries B e D, possuem 20 mil lugares cada.
Para a construção dos imóveis, a serem inaugurados entre 27 e 30 deste mês, foram empregues cerca de USD 600 milhões, segundo dados divulgados pelo Comité Organizador da Taça de África das Nações Orange-Angola2010.

Palancas Negras podem ter êxito com patriotismo e vontade de vencer - diz Ministro Gonçalves Muandumba

Depois dos quartos-de-finais no Ghana2008, a selecção nacional de futebol prepara-se para superar a marca anterior do Campeonato Africano das Nações e para isso o ministro da Juventude e Desportos afirmou que o patriotismo e a vontade de vencer dos angolanos poderão ser "chaves" para o sucesso em 2010, sublinhando que é importante incutir nos futebolistas o pensamento de vitória, patriotismo e saber distinguir esses valores nos momentos mais cruciais da vida quotidiana.
"Lutar para vencer. Não se pode vencer sem trabalho. Tem de ser o lema dos atletas, mas deve ser interiorizado. Além dos prémios, ele (lema) é o resultado do nosso trabalho. Não pôr os prémios à frente de tudo e os resultados atrás. Essa vontade e o patriotismo é que cada um deve ter", incentivou o ministro.
Na óptica do governante, só o facto de organizar um Campeonato Africano das Nações com essa envergadura depois de sete anos de paz, num país como Angola, mostra que a comunidade internacional acredita nas capacidades dos angolanos.
Disse estar certo que todo o povo angolano vai torcer pela selecção nacional, pelo que espera que os atletas se assumam, com grande sentido de patriotismo, vontade de vencer, capacidade de superação" e ter na cabeça a responsabilidade de nunca desistir da luta.
"O público connosco, condições técnicas boas, bom treinador e boa vontade de jogadores, de lutar para vencer, é possível termos um bom desempenho. Tenho fé que será este o espírito de todos os atletas", perspectivou Gonçalves Muandumba. Apesar do optimismo, o dirigente máximo do Ministério da Juventude e Desportos apelou à calma em caso de resultados menos conseguidos, considerando que o apoio deve ser intenso nos momentos mais difíceis da selecção.
"Não fiquemos desiludidos, desanimados com qualquer desaire que possa haver. Mas vamos acreditar. Como se tem visto, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, sempre que pode, até vai aos treinos da selecção, manda-nos mensagens. São sinais positivos de que devemos dar um carinho especial à selecção", disse.
Os Palancas Negras preparam-se nesta altura, desde 29 de Novembro, em Portugal, onde cumprem estágio pré-competitivo visando a disputa entre 10 e 31 de Janeiro, nas cidades angolanas de Luanda, Benguela, Lubango e Cabinda, da Taça de África das Nações Orange-Angola 2010.

Ministro da Juventude e Desportos defende "premiação merecida"

A selecção nacional de futebol, que vai disputar entre 10 e 31 de Janeiro o Campeonato Africano das Nações (CAN) em 2010, terá uma premiação merecida dentro das limitações financeiras do país, adiantou o ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba. O governante esclarece que essa forma de valorização dos atletas nunca esteve em causa, realçando que a instituição aguarda pela informação oficial da Federação Angolana de Futebol sobre o caso.
"Ainda não temos a palavra oficial. Estamos à espera que a Federação comunique, pois as partes estão em negociações. Só depois levaremos às instâncias superiores do Governo. Os atletas merecem ser bem premiados e quanto a isso não há dúvidas", pontualizou Muandumba.
De acordo com o governante, a premiação jamais deve ser vista como elemento que condiciona a dedicação e entrega dos futebolistas, referindo que acima de tudo existem outros valores, cuja relevância ultrapassa o fórum desportivo.
"Vamos trabalhar dentro das limitações financeiras que o país tem. Dentro do nosso patriotismo que deve haver, dentro da ética e dos princípios que temos. Até porque a selecção tem todos os condimentos para fazer bom CAN2010", rematou Muandumba.
A 21 dias do arranque da 27ª edição da Taça de África das Nações Orange-Angola 2010, membros da Federação Angolana de Futebol (FAF) e jogadores da selecção encontram-se em negociações para definir os mecanismos e tipo de premiação.

Gonçalves Muandumba destaca obras directas e indirectas

O ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, afirmou que se desenvolvem no país dois tipos de obras, as directamente ligadas ao CAN2010 que Angola vai albergar em Janeiro do próximo ano e outras indirectas.  
O ministro esclareceu que quando o Governo de Angola aceitou a candidatura da Federação Angolana de Futebol para a organização do evento já tinha o seu plano de reconstrução. O programa nacional, disse, contemplava já a reconstrução e a construção de estradas, pontes e aeroportos, estádios de futebol, hospitais, escolas, entre outras, razão pela qual o país está hoje transformado num verdadeiro canteiro de obras.
Falando a propósito das actividades do seu pelouro em 2009, esclareceu que após a vitória na corrida para albergar o CAN2010, o Governo continuou com o seu programa de reconstrução de infra-estruturas, mas reajustou em termos de prazo e qualidade de algumas para poderem servir a prova continental.
Nesta perspectiva, apontou a reabilitação do aeroporto 4 de Fevereiro e de Cabinda, a construção do aeroporto do Lubango (Huíla), da Catumbela (Benguela), mas destacou outras obras fora do âmbito do evento que também decorrem tais como: o aeroporto de Ondjiva (Cunene), a pista de Saurimo já concluída e do Luena que já foi aberta.
Gonçalves Muandumba considerou de obras directas para o evento continental a construção dos quatro estádios de futebol e a reabilitação dos 13 campos de apoio nas quatro províncias sedes, designadamente Luanda, Benguela, Cabinda e Huíla.
O antigo praticante de ténis e basquetebol sublinhou que Angola ganhará muito com a realização da Taça de África das Nações, no próximo ano, em termos de infra-estruturas, destacando igualmente os investimentos na reabilitação e construção no ramo hoteleiro. Dados do Ministério da Hotelaria e Turismo a que a Angop teve acesso indicam que a disponibilidade de alojamento eleva-se de 2.482 camas em 2006, para mais do triplo (7.664) em 2010.
6.400 camas de 30 hotéis de referência (de 5 e 4 estrelas) e 1.200 resultam de 14 hotéis de 3 estrelas. Outros Complexos Residenciais e Habitação Social ou Novos bairros que o Governo está a construir, nas várias cidades do país, oferecem uma capacidade adicional de 3.000 camas. Portanto, mais de 10.000 camas estarão disponíveis para o CAN 2010 em Angola.

Ministro pede envolvimento da sociedade para êxito da prova

O ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, considerou que o sucesso de organização da Taça de África das Nações em futebol, a disputar-se em Angola entre 10 e 31 de Janeiro de 2010, dependerá do envolvimento de todos, sobretudo da população das cidades-sede do evento continental.

O governante reafirmou a necessidade do cumprimento das tarefas previstas para a maior festa desportiva dos africanos. De acordo com Muandumba, o Estado angolano investiu para que nada falte, mas apontou que o principal factor para o êxito que se pretende na prova será o comportamento do povo em todo território nacional, independentemente dos resultados desportivos dos Palancas Negras. "Esperamos que a máquina que colocamos ao serviço do desporto funcionem. Os autocarros, os guias, horários, voluntários e o envolvimento de todos é que fará com que não haja atraso na realização de jogos", referiu.

Para o governante, o Estado criou as condições necessárias para a realização de "uma verdadeira festa" da juventude africana, reiterando que, por isso, os árbitros serão hospedados em Luanda, apesar de terem desafios para ajuizar nas três cidades, além da capital. Meios aéreos estarão assegurados, garantiu o responsável. Segundo o ministro, mesmo que a parte organizativa funcione - como tem sido até agora -, o investimento será em vão se não houver a participação de todos os angolanos, desde a forma de recepção dos visitantes, o civismo, o respeito pelo próximo.

A Taça de África Orange-Angola 2010 disputa-se em Janeiro nas cidades de Luanda, Benguela, Cabinda e Lubango. Angola e Mali realizarão a 10 de Janeiro, no Estádio Nacional 11 de Novembro, na capital do país, o jogo de abertura, referente ao Grupo A, também composto por Argélia e Malawi.

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